6/09/2010

Luis Fabiano tenta se confirmar como o artilheiro que os torcedores estão acostumados

09/06/2010 - Após deixar de proteger o maior artilheiro de todas as Copas, a mítica camisa canarinho de número 9 passou longos 144 dias sem um centroavante que a honrasse. Fred, Vágner Love, Rafael Sobis e Afonso Alves renderam tão pouco a ponto de causar saudade de Ronaldo na torcida brasileira. Até chegar o clássico contra o Uruguai. Eis que, no palco que o viu brilhar com a camisa do São Paulo, Luis Fabiano Clemente salvou a Seleção do possível vexame, herdando o 9 que tanto esperou pelo novo dono.

Seria inapropriado comparar o jogador de 2010 a Ronaldo, ou mesmo outros do passado, como Romário, Careca e Serginho Chulapa. O certo para Dunga é poder confiar em seu maior artilheiro desde o dia em que assumiu o papel de treinador. Luis Fabiano marcou 19 gols nas 24 partidas em que esteve sob o comando do ex-volante. Uma média incrível de 0,79 gols por jogo. Ele desempenha a função de centroavante tão bem, que só a ideia de perdê-lo por qualquer motivo apavora os torcedores. E esta possibilidade foi real durante boa parte deste ano.

Pelo Sevilla, Luis Fabiano ainda conseguiu render o suficiente para chegar à seleção com a moral de ser o homem com maior número de gols na temporada europeia, com 21 ao todo. Porém, por conta de suspensões e a famigerada lesão na coxa direita, o ex-são-paulino se ausentou em 15 partidas do clube na Liga espanhola, além de preferir o descanso ao jogo final da Copa do Rey, contra o Atlético de Madrid. Por conta disso, a forma física dele, além da de Kaká, se tornou prioridade para o departamento médico da Seleção.

Totalmente recuperado
Contudo, pelo que demonstrou nos primeiros treinos em Curitiba e nos coletivos em Johanesburgo, o camisa 9, em cujos ombros descansam a esperança de gols dos brasileiros, não padece mais com os problemas na coxa. Pelo contrário, ele já esbanja confiança nas próprias entrevistas coletivas, não apenas sobre ele, mas sobre o grupo de Dunga. “Não adianta ser artilheiro e ficar sem o título. Eu só iria para a casa com a chuteirinha de artilheiro, sem graça. Quero ser campeão, mas ser o melhor do mundo seria um sonho”, comentou.

Saudações Fabianistas*

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